Compridos, curtos, lisos, ondulados, crespos, finos ou grossos. A questão não é ter dinheiro e fazer o que se quer, mas sim o que é necessário.
A maioria das mulheres gosta de fazer experiências no cabelo. Desde muito cedo, copiam os cortes que vêm nas revistas e neste ponto seguem a filosofia “o cabelo cresce”, vivem usando os cortes mais absurdos e bizarros. Claro que numa determinada altura da vida todos já cometeram asneiras, facto inegável.

Pintar o cabelo exige bastante cuidado
Se é verdade que independente da cor da pele (pois o crespo não é exclusivo da raça africana) cada um tem o direito de usar o cabelo da maneira que quer, seja liso, ondulado, curto, comprido, com tranças ou apliques, também é um facto que todos devem procurar adaptar cada corte às suas necessidades. E com isto falamos da forma do rosto, o tipo de cabelo (grosso, fino, ondulado), e muito importante o que mais se adequa com o seu dia a dia e a sua profissão. Afinal, se for uma advogada não vai com certeza aparecer no tribunal com o cabelo vermelho ou com tranças africanas.
Os bons cabeleireiros são preparados para analisar as características da cliente antes de usar as tesouras. Devem colocar questões sobre a vida e a carreira da mulher, analisar os seus gestos e até a maneira que entra no salão.
Todos temos necessidade de alguns "luxos" que nos animem, que mos façam sentir vivos, Mas porque não tentar juntar o útil ao agradável?
Na sociedade em que vivemos, a mulher é muito influenciada pela imagem idealizada: cabelos compridos e levemente ondulados. Confunde ser atraente e bonita com ser bela. Isso faz com que a imagem seja criada em moldes estritamente femininos, num sentido antiquado, de acordo com as expectativas do homem e para ser atraente para ele. Dificilmente ela pensa nas suas qualidades como pessoa e mulher, num sentido mais moderno, e nas suas necessidades.
O mais importante no meio disto tudo é ninguém se sentir obrigado a entrar num formato pré-estabelecido do que é belo, se ele não se encaixa com o que o indivíduo acredita ser.